>Dia 4 – meu livro favorito

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Os meus posts do meme vão ficar assim mesmo, atrasados. Dia 4 viajei para ver amigos fantásticos em São Carlos-SP e voltei dia 6, e não tive muita chance de atualizar o blog. Como estou cheia de coisas pra fazer, nem vou ficar correndo pra deixar certinho dia 4 do meme no post 4.Quem sabe depois consigo deixar certinho, mas não é minha prioridade e tal (mestrado faz isso com pessoas).
 Sim, meu livro escolhido pro post é o Senhor dos Anéis. Não é uma obra prima, eu sei. Mas é um livro que inspirou muitas coisas boas na minha vida(amizades, como essas que fui encontrar em São Carlos, inclusive), e é isso que vale pra mim quando faço essa escolha.
Sendo ambientado num contexto que lembra a Idade Média, o livro me inspirou, na faculdade, a estudar Idade Média – começando pelas duas cadeiras obrigatórias. E bem, o que estudo agora? Idade Média. Não a nórdica-anglo-saxônica, fonte de inspiração do Tolkien, mas mesmo assim conta como inspiração pra mim.
Falando em inspiração, amo livros que me inspiram a ler outras coisas – e, sabendo quais textos medievais inspiraram Tolkien a escrever sua obra, estou indo atrás deles.Beowulf, Sagas Islandesas, lendas nórdicas. Para quem sempre amou mitologia e histórias de cavalaria, um prato cheio ^.^
Recentemente, tenho me interessado pelo estudo de línguas, e são dele as únicas línguas inventadas que tenho vontade de estudar: quenya e sindarin (as línguas élficas). Pra quem não é fã, é um desejo estranho, eu sei. Mas quem ama mesmo a obra do Tolkien sabe que todas as sagas escritas por ele não existiriam não fosse o amor dele por línguas, que o levou a inventar línguas a partir de linguagens medievais. A partir das línguas é que ele criou as histórias pros povos falantes das mesmas – e daí vieram seus livros: Hobbit (em menor medida inspirado pelas línguas, mais uma história para seus filhos), Senhor dos Anéis e suas obras póstimas – Silmarillion, Contos Inacabados, History of Middle Earth…
Senhor dos Anéis não me chama atenção somente pelas leituras e estudos adicionais que inspira, mas pelo perfeccionismo do Tolkien. Ao criar diversas raças, se preocupou em dar veracidade a elas, fazendo características inerentes a cada uma, histórias para cada uma. A narrativa não tem fios de história soltos. E ele conseguiu, a partir de um plot a princípio bobo – destruir um anel maléfico – construir uma história que se sustenta por mais de mil páginas. Com aventura, pausas para reflexão,momentos em que o valor da perseverança é destacado, outros em que o destaque é para o valor da amizade. E sem ser didatiquinho, a discussão desses valores se inserem no meio da narrativa naturalmente.
Enfim, um livro que já li duas vezes e estou lendo pela terceira. E provavelmente ainda lerei muitas outras vezes na minha vida – sendo ele uma obra prima ou não.
Querendo saber mais sobre o meme de um mês, clique aqui.
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